Arquivo da tag: Jéssica Michels

Fotos “A Parte Doente” por Jéssica Michels

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Fotos “O vendedor de Cenas”

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“O Vendedor de Cenas” por Jéssica Michels

Laboratório Crítica Teatral
Espetáculo “O Vendedor de Cenas”
Por Jéssica Michels

“Vendem-se cenas, vendem-se cenas”.  A oferta era anunciada enfaticamente na abertura do espetáculo “O vendedor de Cenas”, da Cia Studio em Cena.  No palco, uma arara de roupas e calçados. Atrás, escondidos, os atores.  Fernanda Moreira, que interpreta o vendedor ambulante, reconhece que o produto é inusitado e oferece então amostras grátis para a plateia. Distribuindo catálogos, a plateia pode escolher entre as 20 opções de cenas nos sabores comédia, drama, romance e infantil. “Dizem que cada um vende o que pode; e a única coisa que eu tenho é uma equipe de atores”, explica o vendedor. Os dez atores são novos, mas já surpreendem na interpretação. Por vez, um mesmo ator encanta numa cena e deixa a desejar noutra. O espetáculo se completa neste jogo cênico entre os atores, o público interligados pelo vendedor. A troca de figurino é realizada em cena e muitas vezes, deixa a plateia apreensiva e ansiosa, pois o espetáculo perde o ritmo. A dinâmica da peça está bem construída e a força vital está no vendedor, porém o jogo se desfaz durante a troca de figurino. Um espetáculo interessante, diferente e divertido. Devemos considerar que a proposta é simples e o público comprou a ideia, mas não podemos deixar de observar os inúmeros erros de concordância cometidos por alguns atores, o problema de dicção de outros e certo desconforto demonstrado por alguns atores na cena.

Fotos “Uma Festa para Eulália” por Jéssica Michels

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Fotos do espetáculo “Entre a Espada e a Rosa”

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Espetáculo “Entre a Espada e a Rosa” por Jéssica Michels

Laboratório Crítica Teatral
Espetáculo “Entre a Espada e a Rosa”
Por Jéssica Michels

Cortinas abertas, um cumprimento e um convite. Cantando, Ângela Finardi e Gisele Becker, convidam o público para tirar os sapatos e se aconchegar nas cadeiras e almofadas que formam uma grande roda, num formato de teatro arena. O linóleo foi trocado por esteiras de palha. As atrizes, vestidas com roupas leves e brancas, encenaram então o conto da escritora Marina Colasanti, “Entre a espada e a rosa”, que leva o nome do espetáculo, o primeiro trabalho do Grupo Teatral Fio de Ariadne. A costura é bem feita ao som do kântele (instrumento de cordas) e da flauta, que dão suavidade e delicadeza para a encenação. O espetáculo é uma contação de histórias com a atmosfera intimista, familiar. E esta é a proposta da peça teatral. Os elementos de cena, as luzes, os sons e o figurino não são amplamente explorados, mas são tratados com sutileza, o que intriga uma reflexão subjetiva sobre o significado destes elementos. O segundo conto “Entre o Leão e o Unicórnio” mantém o estilo de interpretação das atrizes, que em alguns momentos seguram o livro e fazem uma leitura narrativa de trechos, que caracteriza a contação de histórias encenada. “Longe Como o meu Querer” é o último texto apresentado e novamente, a música, a dança suave e os sons realizam a ligação das cenas. O clima aconchegante faz com que o público interaja com as atrizes nos intervalos dos contos. As atrizes se desfazem de seus personagens e incentivam a plateia a compartilhar suas histórias, servindo chá e biscoitos, remetendo as lembranças de infâncias

Fotos Folias Machadianas

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